Cantor, compositor e multi-instrumentista. Voz, violão, loops e samples — um show inteiro tocado sozinho.
"Canto e escrevo. Meio pop, meio rock, meio alternativo. Alguns acham esquisito. Eu não."
Alércio é cantor, compositor e multi-instrumentista de Pelotas/RS, com mais de 15 anos de estrada na cena independente gaúcha. Passou pelas bandas Canastra Suja (2006–2012) e Musa Híbrida (2012–2021), além do projeto Bits em Chamas.
Em 2024 estreou como artista solo, dando corpo a uma pesquisa que atravessa toda a sua trajetória: a fusão entre o orgânico e o eletrônico. No palco, ele sozinho segura o show inteiro — voz, violão de aço, violão de nylon, loops e samples disparados em tempo real por uma controladora.
O trabalho já rendeu o Prêmio Brasil Sul de Música – Melhor Compositor (2013), apoio do Natura Musical (2018) e da Lei Paulo Gustavo (2024), além de passagens por festivais como Timbre (MG) e Primavera Grogue (DF).
O primeiro trabalho solo de Alércio nasce de um diagnóstico: o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade. O disco vira documentário, e o documentário vira show — uma investigação sobre atenção, tempo e criação, contada em canção.
Viabilizado pela Lei Paulo Gustavo, o projeto foi produzido em versão acessível, com intérprete de Libras e audiodescrição.
O segundo capítulo da fase solo — canção brasileira contemporânea atravessada por loops e texturas eletrônicas.
Em março de 2026, o show "Tanta coisa pra viver em 6 minutos" rodou quatro cidades do Rio Grande do Sul. A turnê nasceu do Fundo Municipal de Cultura de Novo Hamburgo — que viabilizou um show gratuito — e cresceu de boca em boca: virou pauta de rádio, TV e portal, e lotou a casa em Porto Alegre.
"Musa Híbrida distorce a realidade, transforma concreto em algodão e o pop em indie."Estadão — Pedro Antunes
"O trio faturou três troféus do I Prêmio Brasil Sul de Música: Revelação de 2012, Melhor Disco e Melhor Compositor."E-Cult
"Piscinas Vazias Iluminadas em Pé não é um disco acessível de cara [...] mas a viagem vale a pena."Scream & Yell
Depois de mais de uma década rodando o Brasil sozinho, com um violão e uma controladora, Alércio sistematizou o próprio processo em um programa para outros músicos: como montar um show profissional com tecnologia — sem perder a própria identidade artística.